A história de desenvolvimento do painel de parede WPC
1. Origens iniciais (1900-1960)
A ideia de combinar fibras de madeira com plásticos remonta ao início do século XX.
Os primeiros experimentos focaram em melhorar a estabilidade dimensional e a resistência à umidade da madeira.
Sucesso inicialmente limitado devido à fraca ligação entre a madeira e o plástico e à fraca tecnologia de processamento.

2. Experimentação industrial (décadas de 1970 a 1980)
Os avanços na química dos polímeros (especialmente polietileno e polipropileno) tornaram o WPC mais viável.
Os pesquisadores começaram a usar farinha de madeira como enchimento em termoplásticos.
As principais aplicações foram peças automotivas e painéis industriais, não na construção.
A consciência ambiental e as crises petrolíferas aumentaram o interesse na utilização de materiais reciclados.
3. Avanço comercial (década de 1990)
Um grande progresso veio com agentes de acoplamento (como o anidrido maleico), que melhoraram a ligação entre as fibras de madeira e o plástico.
Os WPCs começaram a ser produzidos em massa para decks externos na América do Norte.
Principais vantagens sobre a madeira natural:
Melhor resistência ao apodrecimento e insetos
Menor manutenção
Uso de plásticos reciclados e resíduos de madeira
4. Rápida expansão do mercado (década de 2000)
Os produtos WPC se expandiram para:
Deck
Esgrima
Revestimento
Corrimãos
Técnicas de fabricação como extrusão e moldagem por injeção amadureceram.
A Europa e a Ásia (especialmente a China) tornaram-se grandes produtores.
Padrões e métodos de teste para desempenho do WPC foram estabelecidos.
5. Refinamento tecnológico (década de 2010)
O foco mudou para:
Texturas de superfície melhoradas (aparência mais parecida com madeira)
Resistência UV aprimorada e estabilidade de cor
Melhor resistência ao fogo e resistência mecânica
A tecnologia de coextrusão introduziu camadas externas protetoras.
O WPC tornou-se comum na construção verde e na arquitetura paisagística.
6. Tendências atuais (2020-presente)
Ênfase na sustentabilidade e na economia circular:
Maior conteúdo reciclado
Plásticos de base biológica
WPCs inteligentes e de alto desempenho com:
Superfícies antiderrapantes
Melhor reciclabilidade
Uso crescente em infraestrutura, edifícios modulares e mobiliário urbano.








